Equipamentos que não conversam entre si
Cada máquina fala um protocolo, de um fabricante diferente, e nenhuma delas entrega o dado num formato que a próxima entenda.
Sistemas IoT, dashboards, IHMs e softwares sob medida para transformar dados e equipamentos em uma operação mais conectada e controlável.

Quase toda operação industrial já produz informação. O que falta é caminho entre o equipamento e a decisão.
Cada máquina fala um protocolo, de um fabricante diferente, e nenhuma delas entrega o dado num formato que a próxima entenda.
A informação existe, mas em ilhas: uma planilha no escritório, um anotador na produção, um relatório que chega no dia seguinte.
Para saber se está ligado, em que temperatura, quanto consumiu, alguém precisa se deslocar e olhar o painel local.
O problema é descoberto quando já virou parada. Não existe aviso antes, porque não existe quem esteja olhando em tempo real.
O software de prateleira cobre 70% do caso e trava justamente na parte que é específica do seu processo, que é onde está o valor.
A máquina é boa, cara e funciona. O que falta é conectá-la, sem substituir um ativo que ainda tem vida útil pela frente.
Cada camada existe porque a anterior sozinha não resolve.
Equipamentos conectados enviando leitura, status e alarme, com comando de volta, de qualquer lugar.
Painel web que mostra a operação em tempo real: mapa de ativos, leitura por equipamento, histórico e consumo.
Interface local no equipamento e interface remota, desenhadas para quem opera com luva e pressa, não para quem admira tela.
Aplicativo para configurar, acompanhar e comandar o equipamento pelo celular, integrado ao mesmo back-end do painel.
Leitura de equipamento existente por Modbus, CAN ou sinal elétrico direto, sem trocar o ativo que já está instalado.
O dado da produção armazenado com consistência, para virar relatório, indicador e base de decisão, não só número na tela.
A infraestrutura que recebe, valida e distribui o dado, incluindo o broker MQTT e as regras de alarme.
Quando o processo é específico demais para caber num sistema de prateleira, o sistema é escrito sobre o processo real.
Conectar equipamento não é um projeto de tecnologia. É um projeto de operação: muda quanto tempo se perde, o que se descobre cedo e o que se consegue cobrar.


Mais de 45 equipamentos em operação contínua, conectados e transmitindo leitura sem interrupção há mais de seis anos. Cada um aparece no mapa com estado, temperatura, setpoint, tensão, corrente, potência, consumo acumulado e horímetro.
A cadeia inteira: a placa que mede, o firmware que publica, o broker MQTT que recebe, o back-end que valida e o painel que apresenta. Mais o aplicativo Android por onde o usuário comanda o equipamento.
Atualização de frota à distância: uma versão nova de firmware alcança todos os equipamentos sem deslocar técnico. É a diferença entre uma correção que custa uma viagem por equipamento e uma correção que custa um clique.
Escopo, prazo e valor fechados antes de qualquer linha de código.
Quais equipamentos existem, o que cada um já mede, quem precisa da informação e para decidir o quê.
O que dá para ler do ativo atual, o que exige hardware novo e por onde o dado vai trafegar.
Borda, comunicação, nuvem e interface. Onde cada decisão acontece, e o que continua funcionando se a rede cair.
Firmware, back-end, painel e aplicativo, com entregas parciais que você já consegue abrir e usar.
O sistema encontra a máquina real, com o ruído, a rede instável e o operador de verdade.
Acompanhamento, ajuste e atualização remota conforme a operação revela o que faltava.
Quando a leitura vem errada, sabemos distinguir bug de software, ruído elétrico e sensor mal dimensionado, porque projetamos as três coisas.
Vibração, alimentação oscilante, rede instável e poeira. O sistema é desenhado para o ambiente real, não para o escritório.
A premissa é conectar o ativo instalado. Trocar equipamento é a última alternativa, não a primeira proposta.
Nell, gerente de projeto e responsável técnico, acompanha do diagnóstico à entrega, com o time dimensionado ao projeto.
Sistema que evolui sem deslocar técnico. Isso muda o custo de manutenção ao longo de toda a vida do projeto.
O investimento sai da conversa técnica sobre o problema real, não de uma tabela de preço por hora.
Atendemos projetos empresariais que exigem integração entre equipamento, dado e software, com visão de produto. Nossos projetos normalmente partem de R$25 mil e a agenda comporta cerca de três projetos novos por mês.
Não atendemos trabalhos acadêmicos, projetos escolares, aplicativos de uso pessoal nem pedidos de código pronto. Se o seu caso é esse, a conversa não vai ser produtiva para nenhum dos dois lados.
Conte quais equipamentos sua empresa precisa conectar e converse com quem vai avaliar a integração tecnicamente. A primeira conversa é sem custo.